A fina flor
Veja você que coisa louca.
Nem botânico eu sou,
Mas encontrei uma espécie rara da mais fina flor.
Uma flor com um perfume jamais visto.
Delicada, bela...incomparável.
Encanto imediato e irresistível.
Beijei-a como se fosse meu primeiro beijo aos doze anos de idade.
Ela estava ali plantada e indefesa.
Este beijo, claro, havia de ser roubado.
Mal sabia eu que aquele, era um beijo encantado.
Das suas pétalas, minha boca extraiu a seiva mais doce.
Bêbado, após tê-la beijado,
Acordei assim... bobo, tonto e apaixonado.
Comunique-se... No andar, no olhar, no respirar. Na forma como se veste, ou quando não se está vestido. Quando senta, quando deita, quando... pára! No falar, no cantar, no gritar... Sua mensagem é a forma como enxergas o mundo. Perpetue suas mensagens com o poder das... PALAVRAS!!
quinta-feira, 26 de julho de 2007
sábado, 21 de julho de 2007
Eu Protesto...
Eu Protesto...
Contra mim mesmo.
Por me sentir culpado,
No mínimo conivente.
Tal como aquelas pessoas que morreram no acidente de congonhas.
Somos todos culpados.
Não agüento mais ouvir murmúrios
Contra uma política que já nasceu podre.
E que, a cada voto, apodrecemos mais e mais.
Somos culpados por comprar passagens para congonhas,
Mesmo sabendo que aquilo é um grande problema.
Somos culpados pelo caos no trânsito,
Porque não paramos de comprar carros novos.
Somos culpados pela catástrofe ambiental,
Porque queremos sempre mais tecnologia, mais progresso e mais dinheiro.
Somos culpados pela promoção da intolerância,
Porque respondemos o erro com arrogância ou violência.
Somos culpados pela violência,
Porque consumimos drogas ou ignoramos as leis.
Somos culpados pela política torpe,
Pois os imbecis que lá estão não entraram a força.
Nós colocamos estas aberrações no poder.
A nossa justificativa?
_Fazer o que? Somos obrigados a votar e não temos muitas opções.
Temos sim! No mínimo a escolha de não optar por ninguém.
Por fim, eu confesso não apenas ser culpado,
Mas estar me consumindo de vergonha
Por ter contribuído, de alguma forma,
Com toda essa destruição e distorção da sociedade mundial.
Brasil, 21 de julho de 2007.
A partir de hoje, eu desafio a todos,
A serem uma pessoa melhor.
Eu começo agora.
Contra mim mesmo.
Por me sentir culpado,
No mínimo conivente.
Tal como aquelas pessoas que morreram no acidente de congonhas.
Somos todos culpados.
Não agüento mais ouvir murmúrios
Contra uma política que já nasceu podre.
E que, a cada voto, apodrecemos mais e mais.
Somos culpados por comprar passagens para congonhas,
Mesmo sabendo que aquilo é um grande problema.
Somos culpados pelo caos no trânsito,
Porque não paramos de comprar carros novos.
Somos culpados pela catástrofe ambiental,
Porque queremos sempre mais tecnologia, mais progresso e mais dinheiro.
Somos culpados pela promoção da intolerância,
Porque respondemos o erro com arrogância ou violência.
Somos culpados pela violência,
Porque consumimos drogas ou ignoramos as leis.
Somos culpados pela política torpe,
Pois os imbecis que lá estão não entraram a força.
Nós colocamos estas aberrações no poder.
A nossa justificativa?
_Fazer o que? Somos obrigados a votar e não temos muitas opções.
Temos sim! No mínimo a escolha de não optar por ninguém.
Por fim, eu confesso não apenas ser culpado,
Mas estar me consumindo de vergonha
Por ter contribuído, de alguma forma,
Com toda essa destruição e distorção da sociedade mundial.
Brasil, 21 de julho de 2007.
A partir de hoje, eu desafio a todos,
A serem uma pessoa melhor.
Eu começo agora.
quarta-feira, 18 de julho de 2007
Retalhos
Retalhos
Caco, caco de vidro
De vidro caco
Caco quebrado
Janela aberta
Por uma pedra
Que foi jogada
Não sei por quem.
Cato, cato pedaços
Pedaços grandes
De coisas poucas
De vida toda
Toda sofrida
Por um amor
Que catô suas coisas
E pro outro lado fez sua morada.
Bebo, bebo de gole
Copo ou caneca
Balde ou garrafa
Para esquecer ou pra agradecer
Que é essa vida e muito doida
Deixa o sujeito
Sem rumo certo
Canto, canto bem alto
Desafinado, desalinhado
Porque a alegria mata a maldade
Que faz o grosso ficar fininho
Canta baixinho, apaixonado
Canta de dia, canta de noite
Canta dormindo, canta acordado.
Choro, choro escondido
De medo, de alegria ou de tristeza
Choro, choro acanhado
Choro manhoso
Homem não chora
Quem foi que disse
Não me ensinaram
Chorar direito
Chorar com gosto
De alma lavada
Sorrio, de gargalhada
Por tudo, ou talvez por nada
Nada é mais belo
Que uma risada
Riso maroto, riso safado
Riso inocente
Derruba a gente.
Luto, luto com força
Contra a injustiça
Porque tamanha perversidade
Por isso eu luto
Com toda força
Por toda a vida
Que ela não vire, vire RETALHOS.
Caco, caco de vidro
De vidro caco
Caco quebrado
Janela aberta
Por uma pedra
Que foi jogada
Não sei por quem.
Cato, cato pedaços
Pedaços grandes
De coisas poucas
De vida toda
Toda sofrida
Por um amor
Que catô suas coisas
E pro outro lado fez sua morada.
Bebo, bebo de gole
Copo ou caneca
Balde ou garrafa
Para esquecer ou pra agradecer
Que é essa vida e muito doida
Deixa o sujeito
Sem rumo certo
Canto, canto bem alto
Desafinado, desalinhado
Porque a alegria mata a maldade
Que faz o grosso ficar fininho
Canta baixinho, apaixonado
Canta de dia, canta de noite
Canta dormindo, canta acordado.
Choro, choro escondido
De medo, de alegria ou de tristeza
Choro, choro acanhado
Choro manhoso
Homem não chora
Quem foi que disse
Não me ensinaram
Chorar direito
Chorar com gosto
De alma lavada
Sorrio, de gargalhada
Por tudo, ou talvez por nada
Nada é mais belo
Que uma risada
Riso maroto, riso safado
Riso inocente
Derruba a gente.
Luto, luto com força
Contra a injustiça
Porque tamanha perversidade
Por isso eu luto
Com toda força
Por toda a vida
Que ela não vire, vire RETALHOS.
sexta-feira, 13 de julho de 2007
Carpe Diem
Carpe Diem
Não pense que és perpétuo.
Não creia que deves, apenas, pensar no futuro.
Não acumule amor e energia só para o fim da vida.
Prepare-se para o amanhã vivendo hoje.
Só serás um velho feliz e apreciado,
Se a alegria e amor fizerem parte do seu dia de hoje.
Trabalhe, estude, conquiste...
Mas antes de tudo... CONHEÇA!
O conhecimento é a maior fortuna crível de se acumular.
Jamais negue um sorriso e um bom dia.
Não carece de se atrasar, mas escute por alguns minutos,
As histórias do porteiro, da diarista ou da criança que bate no vidro do seu carro.
Pare de achar que tudo e todos conspiram contra você.
No fundo, o vilão é a sua paranóia ou a sua demência.
Tolere um pouco mais. Tenha paciência com o seu parceiro,
Parceira, e até o cara que fura sua frente no trânsito,
Ou a vizinha chata que reclama de tudo.
Por um mundo, uma vida e um futuro melhor...
Aproveite intensamente e alegremente o seu dia.
Carpe Diem!!
Não pense que és perpétuo.
Não creia que deves, apenas, pensar no futuro.
Não acumule amor e energia só para o fim da vida.
Prepare-se para o amanhã vivendo hoje.
Só serás um velho feliz e apreciado,
Se a alegria e amor fizerem parte do seu dia de hoje.
Trabalhe, estude, conquiste...
Mas antes de tudo... CONHEÇA!
O conhecimento é a maior fortuna crível de se acumular.
Jamais negue um sorriso e um bom dia.
Não carece de se atrasar, mas escute por alguns minutos,
As histórias do porteiro, da diarista ou da criança que bate no vidro do seu carro.
Pare de achar que tudo e todos conspiram contra você.
No fundo, o vilão é a sua paranóia ou a sua demência.
Tolere um pouco mais. Tenha paciência com o seu parceiro,
Parceira, e até o cara que fura sua frente no trânsito,
Ou a vizinha chata que reclama de tudo.
Por um mundo, uma vida e um futuro melhor...
Aproveite intensamente e alegremente o seu dia.
Carpe Diem!!
Pergunte ao taxista
Pergunte ao taxista
Duas semanas trabalhando em São Paulo
Renderam-me boas histórias de taxistas.
Um deles acabara de perder a esposa para um estelionatário
Que ela conheceu na internet. Vinte e sete anos de matrimônio.
Triste, porém, curioso.
Outro, velho já,
Teimoso até pra admitir que tivesse que dirigir de óculos,
Estava totalmente perdido e me afirmava que conhecia um atalho.
Teve um que, para tornar a viagem mais agradável,
Deus às meninas que também estavam no carro, uma revista.
Detalhe: a revista era de mulheres desnudas.
Aliás, lindas mulheres peladas.
Talvez tenha sido por isso que as meninas ficaram furiosas.
Teve, também, um negrão, que devia pesar uns 150 quilos.
Figura boa-praça que para dissimular o guarda,
Apenas jogava o cinto pela barriga enorme.
Ele estava todo rompente, pois havia conseguido reeducar suas finanças.
Agora ele tinha apenas dezesseis cartões de crédito e apenas uma mulher.
Por fim, um que com certeza entrou para o meu ciclo de amizades.
O Tiago. Uma figura que nos escoltou por horas.
Fizemos um longo percurso para cumprir várias reuniões,
E ele fez questão de esperar em todos estes compromissos para continuar conosco.
Numa destas esperas, quando voltamos, lá estava o Tiago,
Debaixo de uma árvore estudando o guia de ruas
Para aprender o caminho de volta. Cena impagável!
O legal de tudo isso é que, a cada viagem que eu faço,
Novas amizades abrolham e muitas, mas muitas histórias interessantes.
E o Tiago. Esse nos deve um churrasco.
Mas a cerveja... é por minha conta.
Os.: Se quiser o contato do Tiago, em São Paulo, deixe um recado que eu passo.
Duas semanas trabalhando em São Paulo
Renderam-me boas histórias de taxistas.
Um deles acabara de perder a esposa para um estelionatário
Que ela conheceu na internet. Vinte e sete anos de matrimônio.
Triste, porém, curioso.
Outro, velho já,
Teimoso até pra admitir que tivesse que dirigir de óculos,
Estava totalmente perdido e me afirmava que conhecia um atalho.
Teve um que, para tornar a viagem mais agradável,
Deus às meninas que também estavam no carro, uma revista.
Detalhe: a revista era de mulheres desnudas.
Aliás, lindas mulheres peladas.
Talvez tenha sido por isso que as meninas ficaram furiosas.
Teve, também, um negrão, que devia pesar uns 150 quilos.
Figura boa-praça que para dissimular o guarda,
Apenas jogava o cinto pela barriga enorme.
Ele estava todo rompente, pois havia conseguido reeducar suas finanças.
Agora ele tinha apenas dezesseis cartões de crédito e apenas uma mulher.
Por fim, um que com certeza entrou para o meu ciclo de amizades.
O Tiago. Uma figura que nos escoltou por horas.
Fizemos um longo percurso para cumprir várias reuniões,
E ele fez questão de esperar em todos estes compromissos para continuar conosco.
Numa destas esperas, quando voltamos, lá estava o Tiago,
Debaixo de uma árvore estudando o guia de ruas
Para aprender o caminho de volta. Cena impagável!
O legal de tudo isso é que, a cada viagem que eu faço,
Novas amizades abrolham e muitas, mas muitas histórias interessantes.
E o Tiago. Esse nos deve um churrasco.
Mas a cerveja... é por minha conta.
Os.: Se quiser o contato do Tiago, em São Paulo, deixe um recado que eu passo.
segunda-feira, 9 de julho de 2007
AlibaBar e a terra do sol nascente
AlibaBar e a terra do sol nascente
Algumas pessoas são apenas diferentes.
Outras, sem esforço, fazem das diferenças predicados naturais.
Proeminências que, para muitos, podem até passar despercebidas.
Traços finos, covinhas nas bochechas,
Pequena em tamanho,
Colosso quando chega perto.
Lábios finos e olhinhos puxados.
Ah! Esses olhinhos puxados...
Como a fineza dos traços, a beleza de tudo.
Destaque?
Não! Não são os olhinhos puxados.
Eles são especiais sim.
Mas neste conjunto todo existe algo mais sedutor.
Para saber, terás que imergir na terra do sol nascente.
Ou não! Pois esse sol, não deve nascer para todos.
Algumas pessoas são apenas diferentes.
Outras, sem esforço, fazem das diferenças predicados naturais.
Proeminências que, para muitos, podem até passar despercebidas.
Traços finos, covinhas nas bochechas,
Pequena em tamanho,
Colosso quando chega perto.
Lábios finos e olhinhos puxados.
Ah! Esses olhinhos puxados...
Como a fineza dos traços, a beleza de tudo.
Destaque?
Não! Não são os olhinhos puxados.
Eles são especiais sim.
Mas neste conjunto todo existe algo mais sedutor.
Para saber, terás que imergir na terra do sol nascente.
Ou não! Pois esse sol, não deve nascer para todos.
terça-feira, 26 de junho de 2007
Escolhas (Parte I)
Escolhas (Parte I)
O que leva um bando de garotos ricos,
Universitários, que falam inglês, mesmo sendo brasileiros,
E no seus idiomas nativos, conhecem apenas o adjetivo “estúpido”,
A agredirem violentamente, e de graça, uma mulher num ponto de ônibus?
_Ah! Estamos arrependidos. Pensamos que era uma prostituta.
Ora! Se fosse puta podia, enquanto que empregada doméstica, não?
Porquê? Se ambas prestam serviços para os pais destes delinqüentes.
Uma lava as cuecas e esfrega o chão aos gritos das vossas mães.
Outra satisfaz a promiscuidade do velho bêbado e babão dos seus pais.
Este filme de horror não é um lançamento.
Já vimos a Parte I, quando outros garotos idiotas,
Filhos de figurões, escolheram atear fogo num índio, em Brasília,
Pensando que era um mendigo.
E os filhos deste solo és, mãe, gentil?
O que leva um bando de garotos ricos,
Universitários, que falam inglês, mesmo sendo brasileiros,
E no seus idiomas nativos, conhecem apenas o adjetivo “estúpido”,
A agredirem violentamente, e de graça, uma mulher num ponto de ônibus?
_Ah! Estamos arrependidos. Pensamos que era uma prostituta.
Ora! Se fosse puta podia, enquanto que empregada doméstica, não?
Porquê? Se ambas prestam serviços para os pais destes delinqüentes.
Uma lava as cuecas e esfrega o chão aos gritos das vossas mães.
Outra satisfaz a promiscuidade do velho bêbado e babão dos seus pais.
Este filme de horror não é um lançamento.
Já vimos a Parte I, quando outros garotos idiotas,
Filhos de figurões, escolheram atear fogo num índio, em Brasília,
Pensando que era um mendigo.
E os filhos deste solo és, mãe, gentil?
Escolhas (Parte II)
Escolhas (Parte II)
Noves meses antes do primeiro choro,
Um homem e uma mulher que nunca vimos antes,
Fazem a nossa primeira escolha.
A partir do primeiro choro,
O mesmo casal, ainda crentes de serem os donos destes já grandes espermatozóides,
Continuam fazendo nossas escolhas.
Às vezes eu penso: que bom seria se assim fosse.
As escolhas seriam feitas por nossos pais,
Até que nos tornássemos... pais também.
Mas não! Lutamos pelo livre arbítrio.
E a cada dia o conseguimos mais cedo.
Hoje, nossos filhos, mesmo antes de falar,
Já escolhem o tipo de leite que querem mamar.
As opções são tantas que nos tornamos uns insatisfeitos completos.
Um dia queremos o progresso.
Outro, a preservação.
Hoje queremos um apartamento com sacada.
Amanhã, uma bela casa no campo.
Morar na capital? Ótimo!
Mas não a do seu estado. A do mundo!
Paris, Nova Iorque, Milão, Londres...
Estamos contratando jovens executivos.
Desejável inglês e espanhol.
Português fluente? Tanto faz.
Nunca aprendemos esse idiomazinho danado de difícil mesmo.
É importante ter experiência internacional.
Ah! Orlando e Nova Iorque aos 16 anos, num intercâmbio, na casa de uma família?
Perfeito! Melhor que um sujeito que chegou aqui dizendo que saiu de casa aos 16 anos,
Passou por vários estados brasileiros, trabalhou em muitos lugares.
Formou-se e se especializou com seus próprios recursos.
Veja só se isso lá experiência...
A vida é feita de escolhas.
Não que nós as fazemos com sabedoria.
Mas como as opções são muitas,
Tanto faz escolher o certo ou o errado,
Podemos escolher a todo instante.
O importante é ter experiência internacional e falar inglês:
I am a “paga-pau”, but, i’m happy!
E os filhos deste solo és, mãe, gentil?
Ps.: I’m sorry, Ms. Joaquim Estrada.
Noves meses antes do primeiro choro,
Um homem e uma mulher que nunca vimos antes,
Fazem a nossa primeira escolha.
A partir do primeiro choro,
O mesmo casal, ainda crentes de serem os donos destes já grandes espermatozóides,
Continuam fazendo nossas escolhas.
Às vezes eu penso: que bom seria se assim fosse.
As escolhas seriam feitas por nossos pais,
Até que nos tornássemos... pais também.
Mas não! Lutamos pelo livre arbítrio.
E a cada dia o conseguimos mais cedo.
Hoje, nossos filhos, mesmo antes de falar,
Já escolhem o tipo de leite que querem mamar.
As opções são tantas que nos tornamos uns insatisfeitos completos.
Um dia queremos o progresso.
Outro, a preservação.
Hoje queremos um apartamento com sacada.
Amanhã, uma bela casa no campo.
Morar na capital? Ótimo!
Mas não a do seu estado. A do mundo!
Paris, Nova Iorque, Milão, Londres...
Estamos contratando jovens executivos.
Desejável inglês e espanhol.
Português fluente? Tanto faz.
Nunca aprendemos esse idiomazinho danado de difícil mesmo.
É importante ter experiência internacional.
Ah! Orlando e Nova Iorque aos 16 anos, num intercâmbio, na casa de uma família?
Perfeito! Melhor que um sujeito que chegou aqui dizendo que saiu de casa aos 16 anos,
Passou por vários estados brasileiros, trabalhou em muitos lugares.
Formou-se e se especializou com seus próprios recursos.
Veja só se isso lá experiência...
A vida é feita de escolhas.
Não que nós as fazemos com sabedoria.
Mas como as opções são muitas,
Tanto faz escolher o certo ou o errado,
Podemos escolher a todo instante.
O importante é ter experiência internacional e falar inglês:
I am a “paga-pau”, but, i’m happy!
E os filhos deste solo és, mãe, gentil?
Ps.: I’m sorry, Ms. Joaquim Estrada.
terça-feira, 19 de junho de 2007
Inocência
Inocência
Pontinha do nariz gelado
Risos baixinhos por ter encostado e arrepiado o pescoço
Um trevo de quatro folhas arrancado
Suspiros por achar que, dele, poderá vir o príncipe encantado
Um banco na praça em pleno inverno
Mãos geladas lado a lado
Um descuido, e ele ataca
Um feroz e devastador beijo na bochecha rosada
Um sorriso encantador e satisfeito
Uma frase feita sai da boca inconsciente:
“Não faz mais isso atrevido inocente”
Pontinha do nariz gelado
Risos baixinhos por ter encostado e arrepiado o pescoço
Um trevo de quatro folhas arrancado
Suspiros por achar que, dele, poderá vir o príncipe encantado
Um banco na praça em pleno inverno
Mãos geladas lado a lado
Um descuido, e ele ataca
Um feroz e devastador beijo na bochecha rosada
Um sorriso encantador e satisfeito
Uma frase feita sai da boca inconsciente:
“Não faz mais isso atrevido inocente”
Louca timidez
Louca timidez
Vou torcer teu dedoo
Não vai nããoo
Vou torcer teu dedooo
Não vai nããoo
Vou torcer teu dedoo
Não vai n... aiiii.. seu estúpido
Vou torcer teu dedoo
Não vai nããoo
Vou torcer teu dedooo
Não vai nããoo
Vou torcer teu dedoo
Não vai n... aiiii.. seu estúpido
Assinar:
Postagens (Atom)